quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Em mero retrato.



Ainda não sei me descrever e muito menos justificar porque estou escrevendo aqui nesse mundo de todos que é a internet. Talvez pela insistência de minhas fraquezas leves, outras insanas. Estou numa fase intensa de amores com uma ansiedade de afeto e desejos... Emoções loucas de sorriso e abraços feito em laço, disfarce. Digo que cá estou sem nenhuma pretensão de ser escritora ou menina que quer ser, apenas dando asas as emoções...

Acho que esse meu jeito brincalhão, divertido, talvez palhaça de ser defina o meu estado de bom humor quase sempre presente, algo curioso pra quem é apaixonada por cultura oriental, de riso contido. Entretanto o lugar de minhas fantasias alimenta-se do lado ocidental, talvez por isso a alegria não seja dosada, mas posta de dentro pra fora. Eu queria mesmo era poder rir sempre, e ver sempre o riso... quero ser sempre a pessoa das lembranças boas, mesmo sabendo que nem sempre é possível, e isso me fere quando não consigo.

... fico me buscando, seja na compreensão dos que me doo, seja na minha busca de todos os dias. Já engoli a loucura alheia, já me fiz de surda, muda, cega... mas tento não ser seleta com as pessoas, tento ser disponível em instantes presentes da vontade alheia. Afinal, quando mais me gasto, mas estico meu limite e preencho esses meus devaneios que parecem não saber se contentarem sozinhos.

Sofro por não saber dizer não. É uma terapia dizer sim!!! Preciso do sorriso, do abraço, do contado, do amor... necessito desses conselhos de riso largo, profundo com cutucadas de afeto sinceras do nada, do tudo.

Quantos abraços? Quantos sorrisos? Sou do tamanho deles, vivo mais nesses pequenos detalhes de carícias e desejos não abafados. Eu tento ser menos louca e não agarrar qualquer um, mas sou composta de medos sociais e não te ter no amanhã me angustia. E não sei quando vou precisar chorar de saudade eterna. Pretendo sorrir e abraçar infinitamente... Quem, ainda não se sabe!

Sou tão chata e tão legal, oh meu Deus amado! E nesse instante de não construção do que sou, talvez deixei escapar o que sou sem saber o que sou, por que afinal quem somos? Sou apenas mais uma amante da escrita da leitura da ‘frescura letrada’ ignorada. Sou ansiosa teimosa concubina das invejas brancas de quem tem tempo para querer ser alguém...

Estou em toda parte basta sorrir, se virar ABRACE!

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