sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A dança de nossas saídas.



Atravesso a rua, ele a espera de risos. Não são apenas os abraços e as conversas soltas que me conduzem, mas seus pés caminhantes de conhecimento, mas seus olhos de cliques registrados, seus encantos cantados em prosa. Ele é conduzido pela sapiência de vida, pelos encantos do dia a dia, pelo que é natural e belo. Eu sou apenas um fôlego entre suas andanças. E ele aquele amigo que beija abraço de saber entre trocas de sorrisos. Possui aquele toque de encanto cheio de delicadeza muito macho. Gosto! Sinto-me instigada entre as conversas de bel-prazer. Ele finge ser normal ao senso comum, insisto em dizer que sua maestria de cliques e escritas são porres de sabedoria! Sempre tudo muito bom. Atravesso a noite, ele me trai com a escrita do dia seguinte, e eu digo tudo bem até o próximo passo. Atravesso a lua, ele me trai com uma mensagem de trabalho e me pede desculpas. Atravesso nossos passos, ele me trai com falácias de saudade amiga. Apenas quero a amizade vindoura de nossos pequenos grandes laços.

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A travessia é pequena, mas a amizade é feita de encantos clicados escritos.

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