domingo, 25 de março de 2012

Sei que você sabe...



Nunca mais tínhamos nos separado. Sabe que gosto de você! Que primeiro me apaixonei por sua poesia programada e depois embalsada no colo sem frio... Sabe que fico triste quando cai à tarde e espero seu sorriso, mesmo que chuviscado. Escrevo poemas de amor em prosa, digitadas, mas de amor. Preciso de companhia, meus pensamentos estão distantes... Ah! Adoro quando você fala com aquela voz de menino-criança, me conquista com a graça o braço o beijo na boca e o charme, só seu. Sou convencional do meu jeito, sabes, que todo astral do meu-eu gira o mundo de nossa sintonia. Dormir e acordar e te procurar é remédio que desatina sem doer. Sabe que eu gostaria: voar com você o sonho do amor, ainda não eterno... Não esquece: estou plantando nossa árvore para construir a casinha. Chega logo, se alimenta de litros de amor entre o meu peito e o seu de romance.

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Você sabe que é minha alegria, fiquemo-nos.