segunda-feira, 30 de abril de 2012

Meus amigos palhaços


Que alegria imensa vivi em uma semana de quase uma vida, que imensidão de bons sentimentos na oficina de rua, ontem à noite, no espetáculo final sorri, chorei de felicidade... Amei até o ENTALA! Acho que já disse isso a vocês – se já, repito assim mesmo, se não, lá vai: tenho uma estranha empatia com o trabalho de vocês. Vejo como se eu mesma estive (naquele momento divino de “inspiração”) ou, pelo menos, com o desejo de querer participar da atração. (Quanto talento em tão pequenas pessoas...) Mas o riso fácil não é pra todos. Ainda continuo embalada pelo fazer artístico tão pregado no corpo, na voz, nos arquétipos... Ô, queridos, quero morar perto de vocês e aprender os trejeitos teatrais. Em circulação direta! Conheci vocês por um vídeo, lindo por sinal. Eu tô aqui escrevendo e já com uma saudade de abril do passado. Já pensei várias maneiras de acompanhar o trabalho dos amigos palhaços. Tarefa árdua! O lado gostoso, além de revê-los, é tornar-me criança de olhos brincantes prestigiando... Disseram-me ontem que vocês são gênios da novela ao vivo. Hoje (já comi algumas bolachas), digo que vocês é o riso em forma de prosa e poesia ao vivo. Fico aqui, na terrinha, a espera de um milagre de retorno dos artistas. Estou feliz. Acho vocês geniais, clichê? Desculpas. Medonhos? Ah! Palhaços! (risos). No mais só algumas quadras emocionais de distancia e saudade, mas vou sobreviver. Obrigada pelos ensinamentos de aprender brincando. Aguardo na memória fotográfica cada momento, e sinto muita saudade. Mandem notícias qualquer hora, ou de fantasia de repente! Com carinho, ou aos modos do teatro, muita merda pra vocês, pra nós!

Um sorriso de futura palhaça.


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